Caderno da feira
Mesas
Seis mesas situam a semana: beira, orla, cais, largo, enseada e feira. A manhã de panela vive no calendário, sem placar.
Lugares da mesa
Ver todas| # | Mesa | J | GP | SG | Pts |
|---|---|---|---|---|---|
| 1 | Paraguaçu | 0 | 0 | 0 | 0 |
| 2 | São Félix | 0 | 0 | 0 | 0 |
| 3 | Maragogipe | 0 | 0 | 0 | 0 |
| 4 | Santo Amaro | 0 | 0 | 0 | 0 |
| 5 | Saubara | 0 | 0 | 0 | 0 |
| 6 | Nazaré | 0 | 0 | 0 | 0 |
Lista dos lugares que a redação acompanha. Sem placar e sem ranking inventado. A manhã de panela não entra nesta lista.
Panela da beira · Cachoeira
Beira do Paraguaçu
A beira entra quando o prato se conta na margem: peixe, caldo e a frase de quem serve. Sem ranking de banca e sem número inventado.
Mesa da orla · São Félix
Orla de São Félix
Do outro lado da ponte, a orla guarda o lanche de fim de tarde. A nota descreve o que está na mesa, não uma lista de melhores.
Cozinha do cais · Maragogipe
Cais de Maragogipe
O cais vira caderno de sabor: o que se desembarca, o que se frita e o que a placa deixa escrito.
Quitanda do largo · Santo Amaro
Largo de Santo Amaro
A manhã do Recôncavo se lê no largo. Entra como quitanda e como panela cedo, sempre pelo lugar, nunca por um placar.
Mesa da enseada · Saubara
Enseada de Saubara
Quem desce de Cachoeira até a enseada passa por esta mesa. Quando a rota para na praia, o prato é outra página.
Banca da feira · Nazaré
Feira de Nazaré
Sábado de feira, noite de panela. Dois relógios e a mesma regra: contar o sabor que está à vista, sem ranking.